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5 dicas para se preparar para um intercâmbio

Ao se preparar para fazer um intercâmbio é importante se organizar com antecedência, realizando planejamento para que a experiência na viagem seja algo positivo, com boas recordações.

Publicado por Érica Caetano
5 dicas de como se preparar para um intercâmbio que podem facilitar a vida dos estudantes
5 dicas de como se preparar para um intercâmbio que podem facilitar a vida dos estudantes

Quando decidimos ir para outro país fazer um intercâmbio para estudar é preciso que uma série de providências sejam vistas, a fim de que tudo saia como o esperado, imprevistos não aconteçam e os transtornos sejam os menores possíveis.

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É muito importante realizar um planejamento com antecedência e escolher com cuidado o destino de estudo, para ter uma boa experiência com o intercâmbio. 

Pensando nisso, separamos 5 dicas indicadas pela coordenadora de mobilidade acadêmica da Assessoria de Relações Internacionais do Centro Paula Souza, em São Paulo, Eloiza Lira. Confira:


  1- Escolha com atenção o destino

Conhecer novas culturas e acumular experiências valiosas para o mercado de trabalho são objetivos frequentemente buscados por alunos que se aventuram em um intercâmbio. A oportunidade é incrível, mas também é necessário muito planejamento e preparação para evitar imprevistos e tornar a viagem uma experiência positiva e inesquecível.

 

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Alguns pontos devem ser analisados antes de decidir o destino de estudo, como clima, idioma e costumes do país. 

Clima

O Brasil é um país tropical, tendo poucas regiões com frio intenso. Com isso, muitos estudantes nem chegam a ter contato com temperaturas mais baixas e podem estranhar e “sofrer” ao escolher destinos muito gelados e ficar batendo o queixo literalmente. Canadá, Inglaterra, França, Holanda e Suécia são alguns exemplos de escolhas com invernos rigorosos.

No Hemisfério Norte, as estações do ano são ao contrário em relação ao Sul. Ou seja, o Inverno lá é nos meses de dezembro, janeiro e fevereiro.

Idioma

Mesmo que o objetivo do intercâmbio seja estudar um idioma, é importante que o estudante saia do seu país com, pelo menos, o nível intermediário. Caso contrário, as dificuldades para acompanhar aulas e demais atividades no decorrer da viagem podem ser maiores do que o esperado. 

Costumes e cultura

Nem todos os países têm a cultura calorosa e amigável como o Brasil. Há países mais conservadores e com costumes do mesmo modo. É o caso de países asiáticos, por exemplo. A “frieza” das pessoas de certos locais podem fazer o estudante ter mais dificuldade de adaptação.

Conversar com alguém que já tenha ido ou morado no país em que deseja ficar para saber mais sobre tradições dos habitantes pode ajudar a sanar as dúvidas e não ter surpresas desagradáveis.

Leia mais: Pesquisando sobre o país

Escolhendo o país o estudante também deve pesquisar os cursos e disciplinas ofertados pelas instituições de ensino, para assegurar, por exemplo, a possibilidade de aproveitamento de matérias quando ele retornar para o Brasil.

2- Planeje as finanças

Quando se pretende fazer um intercâmbio para estudar, é preciso levar em conta todos os custos que terá com a viagem. Isso é possível fazer um bom planejamento financeiro. 

Os gastos precisam ser levados em conta desde a escola estrangeira à sua respectiva cidade de destino. É necessário definir o estilo de intercâmbio que pretende ser feito. Isso porque alguns intercâmbios oferecem bolsa e ajuda de custo e outros não. 

“A conta deve considerar não apenas o valor da viagem em si, mas quanto o estudante precisará desembolsar para obter o visto e outras documentações necessárias, roupas específicas para o clima do local, seguro de viagem e de saúde, entre outras necessidades”, Eloiza Lira.

Na hora das finanças, saber sobre a cultura do país em que se pretende viajar pode fazer diferença, já que em alguns países, por exemplo, a população ainda tem o costume de pagar por produtos e serviços em dinheiro. Então, nestes locais, o uso do cartão de crédito pode ser limitado. 

3- Estar com a documentação em dia 

Mesmo que o país em que deseja realizar o intercâmbio estudantil não exija o passaporte para ingressar, como é o caso de países do Mercosul, é interessante que o futuro intercambista corra atrás deste documento, já que o número do passaporte poderá ser necessário para que a instituição de destino elabore sua carta de aceitação.

Leia também – Visto para estudante de intercâmbio 

Portanto, este é o primeiro passo que deve ser feito ao iniciar a organização da viagem. A próxima etapa é verificar como obter o visto de entrada e quanto tempo ele demora para ser emitido, no caso de países que contem com esta exigência.

Não se esqueça também de fazer um seguro de saúde e um de viagem. Eles serão fundamentais em casos de atendimento médico, assessoria jurídica, repatriação e perda de bagagem.

4- Ficar atento aos processos seletivos 

Há muitas oportunidades de fazer um intercâmbio estudantil por meio de processos seletivos. Por isso, trace os objetivos do seu intercâmbio. Avalie a área de conhecimento que pretende estudar e os países e universidades com melhores opções de estudo dentro da sua área.

Uma boa dica é acessar os sites das universidades para acompanhar o que elas ofertam para os estudantes estrangeiros, os chamados exchange students (em inglês). Sempre há boas opções tanto em instituições públicas quanto privadas.

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5- Ter determinação

Depois de tudo organizado, é hora de se preparar para a partida. Segurança e determinação são fundamentais nesta etapa. Estar seguro de que é necessário ampliar os horizontes na busca de mais conhecimento e experiências, para viver em uma cultura diferente, longe da família e amigos, conhecendo novos lugares. 

De início, pode assustar. Haverá momentos em que se sentir sozinho parecerá a pior de todas as coisas do mundo. Por isso, sempre pense na importância do intercâmbio e no quanto ele será enriquecedor para a vida acadêmica, profissional e pessoal. 

Para não ter imprevistos, antecedência nesses casos é a palavra de ordem. O indicado é que toda a organização comece a ser feita e planejada de seis meses a um ano antes da viagem acontecer. Isso é necessário não apenas para garantir que haverá tempo para obter documentações, mas para que o aluno tenha tempo de poupar e planejar as finanças antes de viver essa aventura.

Boa viagem!

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