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Engenharia Eletrônica

Engenharia eletrônica atua sob os microaspectos de controle, automação e telecomunicação da energia elétrica.

Publicado por Wanja Borges

Apesar de ser vista muitas vezes como uma subdivisão da Engenharia Elétrica, a Engenharia Eletrônica é um segmento que vem ganhando espaço em grandes instituições de ensino do país e no mercado de trabalho. O termo ganhou destaque nos anos 50, após o surgimento do transistor, em 1948 e, três anos depois, o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) já instituía o primeiro curso de graduação em Engenharia Eletrônica do Brasil.

Com formação generalista e base sólida em exatas, o profissional graduado em Engenharia Eletrônica lida, resumidamente, com a eletricidade em escalas e potências menores. Sua atuação é pautada, prioritariamente, na projeção, desenvolvimento, instalação, operação, manutenção e gerenciamento de sistemas, componentes, dispositivos e/ou equipamentos eletroeletrônicos, a exemplo de placas, transistores e circuitos encontrados em aparelhos de rádio, TV, vídeo, computadores, etc.

Público-alvo

Além de gostar e ter facilidade com disciplinas da área de exatas, os estudantes que desejam ingressar neste curso devem, acima de tudo, ter espírito inovador, interesse e curiosidade pelo desenvolvimento e/ou implantação de novas tecnologias de serviços e produtos.

O curso

Os primeiros semestres do curso de bacharelado em Engenharia Eletrônica são compostos por disciplinas do núcleo básico da Engenharia, como cálculo, física, álgebra e química, e também temas introdutórios ao segmento, a exemplo de algoritmos e programação de computadores. 

No decorrer do curso, os estudantes também se deparam com métodos numéricos, eletromagnetismo, circuitos e dispositivos eletrônicos, eletrônica digital e analógica, eletricidade e, ainda, humanidades, cidadania, ética e comunicação, além de outras modalidades de engenharia, como elétrica, civil, ambiental e mecânica.

Duração média

Bacharelado – 10 semestres

Mercado de Trabalho

O mercado de trabalho para o engenheiro eletrônico está em constante ascensão, principalmente em decorrência do avanço da tecnologia, do desenvolvimento da economia e da crescente utilização de tecnologias de informação e comunicação. Vale ressaltar, ainda, que a abrangência da sua formação permite o exercício da profissão em diferentes áreas e segmentos.

Formas de atuação

O profissional graduado em Engenharia Eletrônica está apto a atuar com técnicas computacionais em empresas privadas, indústrias, laboratórios de pesquisa, instituições de ensino, setores da construção naval, química, de petróleo e gás e serviço público, seja por meio dos serviços de consultoria e assessoramento, desenvolvimento de produtos e serviços tecnológicos e/ou estudos de viabilidade técnico-econômica, bem como na execução e fiscalização de obras e serviços técnicos, vistorias e perícias e/ou emissão de laudos e pareceres.

Campos de atuação

Área industrial
(desenvolvimento de circuitos eletrônicos e componentes eletroeletrônicos; projeção de equipamentos destinados à automação de linhas de produção industrial)

Biomedicina
(desenvolvimento, instalação e manutenção de equipamentos biomédicos, dispositivos e componentes odonto médico hospitalares e de instrumentação biomédica)

Biotecnologia
(análise de sinais biológicos por meio de técnicas de processamento de sinais)

Concessionárias de energia
(projeção, manutenção e instalação industrial, comercial e predial ligado à energia)

Instrumentação e microeletrônica
(projeção e desenvolvimento de circuitos integrados para sistemas e de equipamentos para realização de medidas, registro de dados e atuadores)

Mercado de ações
(previsão de séries financeiras por meio de técnicas de estimação de sinais)

Multinacionais
(desenvolvimento e teste de novos produtos; participação de processos de gestão internos)

Telecomunicações
(projeção e construção de equipamentos e desenvolvimento de serviços de expansão de telefonia e de transmissão de dados por imagem e som)

Tecnologia da informação
(desenvolvimento de softwares e atuação com computadores, periféricos e sistemas embarcados)

Regulamentação da profissão

Lei nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966
Resolução CNE/CES 11, de 11 de março de 2002

Quantidade média de profissionais

Conforme dados de junho de 2017 do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), cerca de 5,6 mil profissionais possuem o título de engenheiros em eletrônica e 10 mil são engenheiros eletricistas na modalidade eletrônica.

Remuneração média

A média salarial no Brasil é de R$ 6.138,25, segundo a Catho.

Exigências para exercício da profissão

Diploma de conclusão de curso de bacharelado em Engenharia Eletrônica;
Habilitação legal - Registro Profissional no Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CREA) do estado onde atua.

A opinião de quem entende

O Super Vestibular quer saber como é a sua experiência como engenheiro eletrônico ou estudante da área. Conte-nos!

Engenheiro eletrônico lida com placas, transistores e circuitos encontrados em computadores e aparelhos similares

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